segunda-feira, 11 de agosto de 2008

BARRADOS NO BAILE, O RETORNO



Toda a trupe da série original reunida nesta foto, datada da década de 90

Série de grande sucesso na TV nos anos 90, Beverly Hills 90210, que aqui no Brasil ganhou o nome de Barrados no Baile, está voltando à ativa. A série, que parou de ser exibida em 2000, voltará ser gravada. Os principais personagens da versão original, Brandon, Brenda e Kelly, continuarão em cena, ao lado de novos tipos. A expectativa em torno da volta do seriado é grande, já que ele não deve atrair só os adolescentes, mas o público adulto também, saudoso pelas histórias da trupe.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Conselhos de mãe que a gente deve escutar



Às vezes ela fala demais, cobra demais, reclama demais. Mas mãe sabe das coisas e, principalmente, ama você demais


Texto Dora Moraes/ Foto Tamara Schlesinger


Quando sua mãe começa a discursar no seu ouvido, na certa você a ignora ou não tem idéia do que a pobre está falando, não é? Aqui vai a bomba: muitos dos conselhos maçantes do dicionário materno são, na realidade, preciosidades. Especialmente porque nossas queridas acertam no alvo muitas vezes. Da próxima vez que ela se aproximar com uma sugestão na ponta da língua, no lugar de dar de ombros, descubra se existe ali um fundo de verdade. Listamos oito sábias recomendações.


“VÁ DORMIR QUE AMANHÃ TUDO SE RESOLVE”

Sugestão maluca? O curioso é que dá certo. Quando você está desgastada, teimar em achar solução para os problemas vira um exercício inútil. “Cansado, seu cérebro não funciona direito e você se sentirá mais emotiva e no limite para resolver qualquer impasse”, explica Lawrence Epstein, autor de The Harvard Medical School Guide to Good Night’s Sleep (O guia de Harvard para uma boa noite de sono). “Depois de descansar entre os lençóis e esfriar a cabeça, seus dilemas não parecerão tão grandes”, diz.


“NADA DE NAMORAR APENAS PARA NÃO FICAR SÓ”

“Colar em qualquer um não é melhor do que continuar só”, esclarece a terapeuta Karen Gail Lewis, autora de With or Without a Man (Com ou sem um homem). “Se ele a faz morrer de tédio ou, pior do que isso, a maltrata, você provavelmente se sentirá mais deprimida do que se estivesse solteira”, acrescenta. Outro excelente motivo para ouvir esse alerta de mãe: se permanecer ao lado do Sr. Errado, não estará disponível quando o Sr. Certo surgir em seu caminho, concorda?


“DÊ UMA CHANCE AO RAPAZ; UM ENCONTRO NÃO VAI MATÁ-LA”

“Claro que é importante manter seus próprios padrões, suas preferências”, orienta Debbie Magids, autora de All the Good Ones Aren’t Taken (Nem todos os bons partidos estão comprometidos). “Entretanto, quando você abre mão de alguns poucos quesitos para o homem ideal, certamente ampliará sua gama de opções”, acrescenta ela. Trocando em miúdos: mesmo que aquele gato não faça exatamente o seu tipo, pode muito bem ser capaz de surpreendê-la durante um cafezinho.


“QUERIDA, NÃO DÊ BOLA A ESSA BOBA — É SÓ INVEJA”

Nenhuma mulher escapa de esbarrar com uma colega intrigueira ou acabar discutindo com a amiga. “Uma garota que insulta outra faz isso para se sentir melhor a respeito de si mesma; portanto, se você cair nessa armadilha e entrar na briga, fará o que ela quer”, diz Cheryl Delasega, autora de Mean Girls Grown Up (Garotas crescidas e malvadas). “Mude de assunto. Se a moça persistir, faça uma piada qualquer e a deixe falando sozinha. Não dar bola é como ducha de água fria em comentário maldoso”, opina.


“ACONTEÇA O QUE ACONTECER, FIQUE SEMPRE DE CABEÇA ERGUIDA”

Sim, é um clichê. Mas é também uma espécie de profecia. “Mesmo que você vá passar por uma situação terrível, manter uma postura positiva e acreditar que, no fim, tudo dará certo tornará mais provável que isso aconteça”, explica a consultora Lucy MacDonald, autora de Learn to Be an Optimist (Aprenda a ser otimista). Além disso, se algo deu errado, não é vergonha reconhecer sua parcela de culpa e recomeçar.


“VOCÊ DESCOBRIRÁ COMO ELE É SE OBSERVAR DE QUE FORMA TRATA A PRÓPRIA MÃE”

O gato deu lindos presentes à sua sogra no aniversário? Bom para ela — e melhor ainda para você! A relação de um homem com aquela que o gerou é um ensaio para as futuras relações amorosas. Se é amável com relação a ela, concederá a você o mesmo respeito e consideração. Cuidado apenas se o rapaz bancar o filhinho da mamãe (você não vai querer tê-la na sua sombra depois de casados). E se o sujeito for desrespeitoso com a coitada? Saia correndo enquanto é tempo!


“SE QUER UM AUMENTO, PEÇA. O MÁXIMO QUE A SUA CHEFE PODE RESPONDER É NÃO”

A maneira ideal de perder o medo e abordar a chefia é imaginar o que um contracheque mais recheado faria em prol do seu orçamento. Se tem ao menos um bom motivo para merecer isso, seu pedido será levado em conta. Mas não dá para entrar na sala e dizer “Eu quero”. Liste o que fez de produtivo no último ano e ajudou a empresa a lucrar. Também vale o esforço feito para facilitar a vida da chefe. Se for esperta, enxergará que não pode perdê-la para a concorrência.


“NÃO USE UMA CALCINHA VELHA. JÁ PENSOU SE FOR PARAR EM UM HOSPITAL COM ESSE TRAPO?”

Ao precisar recorrer a um serviço de emergência, a última coisa que você terá em mente é o estado da sua lingerie. Mas, depois de tudo resolvido, sempre haverá alguém capaz de reparar nela para fazê-la se sentir ainda pior. Mesmo não sendo tão fatalista, pense: e se o gato decidir apanhá-la de surpresa no escritório? Uma mulher com a roupa íntima em dia é capaz de conseguir muito mais da vida do que imagina a própria... mãe!

Filhas bem orientadas

“Minha mãe tirou o diploma da gaveta quando eu tinha 15 anos. Dez anos depois, tornou-se uma dentista de sucesso. Sempre me disse: ‘Quem tem talento vai longe’. Isso me inspirou.” KÁTIA

“Quando flagrei meu namorado com outra, na hora me lembrei do alerta da minha mãe: ‘Abre o olho, porque esse cara não gosta de você’. Agora, estou escolada.” LIA

“Dona Laura morria de dizer que eu tinha de estudar bastante para não depender de ninguém, não ser como ela. Levei o conselho à risca, porque tudo o que não quero é voar baixo.” JÚLIA

segunda-feira, 16 de junho de 2008

A carência humana




Eu tenho uma teoria de que não fazemos amigos pelo simples fato de gostarmos mais de determinadas pessoas, ou de termos mais afinidades com elas. Fazemos amigos por que somos carentes, e existem muitas formas de carência.

Ser carente não é ruim, pelo contrário, é a carência que nos permite liberarmos os sentimentos mais amigáveis e conseguir nos relacionarmos melhor. Se fossemos todos bem resolvidos e desprovidos da necessidade do convívio o mundo seria bem mais insensível. A carência desperta sentimentos, move ações e aproxima as pessoas.

Esta carência da qual eu me refiro é a carência de carinho, de amor, de um abraço e de tantas outras coisas que podem tornar a vida humana mais cheia de alegria. Ninguém consegue viver só, carecemos de possuir algo ou alguém para que possamos nos sentir mais completos. E é por isso que fazemos amigos.

Amizade nada mais é do que a vontade de sanar alguma carência. Por isso as amizades acabam, ou amornam, por que depois do ser carente sentir-se completo ele cria novas carências e aquilo (ou aquele) que têm já não é o bastante.

Isso não é egoísmo, é um processo involuntário e inevitável, não devemos ficar magoados com as amizades que acabam ou se distanciam, apenas devemos esperar até que sejamos novamente o objeto de carência de alguém ou que a nossa carência nos leve por outros caminhos e até outras pessoas.

Hoje minha carência é de palavras e os que lêem esse blog são meus objetos de desejo passional e totalmente desprovido de bom senso! Me perdoem por ser essa pessoa tão carente de leitores!

http://drykinha.wordpress.com/2008/02/12/a-carencia-humana/

Gostei desse blog, vale a pena dar uma lidinha!

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Cães e gatos

Como cães e gatos

Existem muitos casais que vivem em constante clima de guerra e paz
Por Mônica Vitória • 10/05/2008


Carolina Grecchi e Leonardo Dias não ficam três dias sem uma briguinha. Entre tapas e beijos, eles namoram firmemente - com algumas idas e vindas - há quatro anos. E por que continuam às rusgas? Difícil entender. Carolina diz que Leonardo está sempre implicando com ela. "Quando não é com uma brincadeirinha, às vezes de mau gosto, é com algum comentário desnecessário. Ele não tem papas na língua e acha que essa 'sinceridade' toda não machuca. Sem contar que ele tem um jeito meio 'paradão', o que me deixa irritada às vezes", afirma a estudante, de 22 anos. Já Leonardo põe a culpa em Carolina, jurando que é ela que todo dia arranja um motivo para discutir: "Ela fica nervosa com qualquer coisinha. Tem sangue quente e pavio curto. Mesmo quando fazemos as pazes ou estamos numa boa, ela começa algum assunto polêmico só para a gente discordar. E começa tudo de novo", declara o estudante de direito, de 23 anos.



Assim como eles, há muitas pessoas que insistem em relacionamentos conturbados, fazendo juras de amor apesar de viverem às turras com os parceiros. Alana Barros, de 27 anos, confessa que também se encaixa neste perfil. Namorando há um ano e meio, ela garante que é completamente apaixonada e que isso não impede que os desentendimentos ocorram com freqüência. "A gente briga muito, mas na maioria das vezes é por besteiras. Meu namorado diz que sou ciumenta e mimada, mas apenas exijo que me tratem com respeito e que ele, principalmente, se esforce em demonstrar carinho", argumenta. Talvez Alana até tenha razão em se preocupar com o namorado - ele é DJ e trabalha em inúmeras festas madrugada afora. Mas, nesse caso, não seria melhor procurar outro alguém? "De jeito nenhum! Sei que tem horas que exagero um pouco nos ciúmes, e isso acaba gerando discussões. Mas somos loucos um pelo outro e não demoramos a nos reconciliar. Quando isso acontece, aliás, é ótimo. Sempre voltamos mais apaixonados", assevera, acrescentando que o namorado também adora dar uns ataquezinhos de ciúme.



De início, achava que era assim mesmo, e quando a poeira baixava até ríamos do ocorrido. Depois, perdoava os insultos, pois faziam parte da personalidade dele. Mas tudo isso foi desgastando o meu sentimento, até que resolvi dar um basta

É claro que uma briguinha ou outra é normal e acontece, como se diz, "nas melhores famílias". Entretanto, a constância e a intensidade podem ameaçar a relação. A psicóloga e terapeuta de casais Cecília Zylberstajn não vê esse tipo de comportamento como algo saudável. "A briga nada mais é do que uma maneira hostil de lidar com uma diferença. Esta diferença pode ser, por exemplo, uma necessidade não satisfeita, algo que o parceiro faz que incomode, um desejo de mudança no outro, uma decepção com o companheiro", explica a psicóloga, destacando que esta não é nem deve ser a única maneira de resolver problemas. "O casal que só aborda as suas diferenças por meio de brigas não consegue crescer e se desenvolver. Quando falamos de forma agressiva, o conteúdo da nossa mensagem fica prejudicado. A pessoa lembra do momento, do mal-estar, dos palavrões, dos xingamentos, mas a mensagem não fica clara", observa.


Feridas que ficam



Beatriz*, de 30 anos, já sofreu muito com os bate-bocas que ela e seu ex-marido protagonizaram - muitas vezes, em público. Embora não gostasse de como o relacionamento foi se desenrolando, ela manteve o casamento por cinco anos. "Toda vez que tentava discutir a relação, por que algo me incomodava, havia uma discussão muito pior. De início, achava que era assim mesmo, e quando a poeira baixava até ríamos do ocorrido. Depois, perdoava os insultos, pois faziam parte da personalidade dele. Mas tudo isso foi desgastando o meu sentimento, até que resolvi dar um basta", revela Beatriz, que hoje procura um amor tranqüilo e carinhoso. "Se o casal não se entende, um dos dois precisa dar o braço a torcer e levantar a bandeira branca. Aprendi que, de vez em quando, alguém tem que ceder. Esse alguém, porém, não pode ser sempre a mesma pessoa", opina.

Uma pimenta forte demais

É verdade que o surgimento de uma situação adversa, um mal-entendido ou uma pequena grosseria sem propósito significa, para muitos, o estopim de uma bomba. Isso pode indicar imaturidade ou falta de tato e paciência para lidar com o outro. Para a psicóloga Cecília Zylberstajn, é muito mais válido tentar chegar a um acordo e dar preferência ao diálogo, ao invés da discussão. "A forma saudável de lidar com as diferenças é comunicar ao parceiro da forma mais clara possível o que incomoda e o que precisa que o outro faça para ficar bem. Muitas pessoas apenas reclamam do outro mas se esquecem da coisa mais preciosa: indicar ao outro o que desejam. Mostrar a expectativa de conduta é mais importante que fixar-se no comportamento que incomoda", recomenda Cecília. Segundo ela, o melhor a se fazer quando existe uma tensão é "deixar esfriar", ou seja, não discutir no afã do momento, que é quando podemos falar coisas que magoam o parceiro além da conta. "O ideal é esperar os ânimos se acalmarem e conversar depois, quando ambos estiverem calmos e tiverem pensado", aconselha.


Uma pimenta forte demais


Há casais, no entanto, que acreditam que brigar costuma ser afrodisíaco. Algumas pessoas afirmam até que provocam pequenas discussões só para depois fazer as pazes com o parceiro. Carolina Grecchi, por exemplo, revela que já fez isso. "Brincamos de implicar um com o outro porque é divertido. Tem vezes, é claro, que acabamos indo longe demais. Já terminei com o Leo por causa de um bate-boca que começou assim. Nossos amigos dizem que parecemos mais irmãos do que namorados, mas acho que isso nos ajuda a descobrir mais sobre o outro", conta. Para Alana Barros, o respeito mútuo e o envolvimento do casal deve ser maior que uma simples rusga. "Quando nos permitimos perdoar pequenos deslizes e palavras impensadas, fica mais fácil. E, realmente, existem brigas que deixam a relação mais apimentada, menos monótona. Não são poucas as vezes que resolvemos nossas diferenças na cama. A melhor parte da briga é a reconciliação", diz Alana.



Uma relação baseada no amor tem como objetivo o crescimento dos dois e, conseqüentemente, da relação. As brigas constantes são contraproducentes com este objetivo

Cecília Zylberstajn alerta que gerar desentendimento para "esquentar" a paixão ou somente para fazer as pazes depois é um comportamento similar a um vício. As brigas e términos constantes podem ser sinais de insegurança. "É uma maneira ineficiente de testar os limites da relação, bem como o amor e o compromisso do parceiro consigo, seguindo a lógica: 'se ele(a) gostar mesmo de mim, irá sofrer e implorar para volta'. A pessoa precisa constantemente das brigas e das pazes para sentir-se segura. Mas esta forma é ineficiente porque não cria as bases para um vínculo de confiança e segurança", adverte a psicóloga.



Os repetidos "latidos" e "arranhões" entre o casal podem dar origem a ofensas e cicatrizes não tão fáceis de serem esquecidas, como foi o caso de Beatriz. Por isso, a psicóloga indica que, se um dos parceiros estiver se sentindo incomodado e não conseguir dar jeito nos desentendimentos, que procure um terapeuta de casais, antes que seja tarde demais. "O profissional ajudará o casal a encontrar formas alternativas de comunicação. A psicoterapia individual também é indicada para que a pessoa entenda a insegurança pessoal que provoca as brigas e, com isso, seja capaz de criar laços maduros e emocionalmente estáveis", frisa. Cecília lembra, ainda, a importância de se buscar o equilíbrio do relacionamento com base no carinho. "Uma relação baseada no amor tem como objetivo o crescimento dos dois e, conseqüentemente, da relação. As brigas constantes são contraproducentes com este objetivo, pois não mostram o caminho da mudança positiva, e só enfocam o que está errado, e ainda de maneira agressiva e destrutiva. Dizer algo ao outro com amor é dizer com respeito e humildade, para o desenvolvimento do outro como companheiro e como pessoa", ressalta.



* O nome foi alterado a pedido da entrevistada.



Mônica Vitória

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Como cuidar do seu corpo no outono



Por Ana Cordeiro

O outono está chegando e junto com ele vem o céu nublado, muitas roupas, lareira uma vontade de fazer fondue e outras coisas que ficam deliciosas junto com esse clima frio e cinzento.

Mas como tudo tem o seu lado ruim, o outono chega pra marcar presença literalmente. Com o tempo e o vento gelado, a pele, os cabelos e os lábios ficam ressecados parecendo que não bebemos água há meses.

Mas como tudo tem solução, nós iremos te ajudar. Para você não decepcionar nenhum gatinho com os lábios ressecados, nem ficar parecendo o deserto do Saara. Conversamos com a dermatologista Ligia Kogos que nos deu dicas para melhorar e recuperar a pele que está destruída com o clima de outono.

Pele

Nessa época do ano a Dra. Ligia explica que o ar é mais seco e, portanto a pele ressaca mais. Sabonetes hidratantes, óleos de amêndoas e sabonetes com ervas aromáticas podem fazer muita diferença na hora do banho. Uma dica que a doutora revela é que hidratantes com silicone fazem uma barreira invisível na pele evitando o ressecamento e a perda de água. Nos rótulos procure substâncias como dimethicone, glicerina e lanolina. Os hidratantes não só previnem como tratam a pele que já estiver rachada, por isso os cremes que tiveram cicatrizantes como pantenol fazem milagres. Alimentos que contenham vitamina E, como mamão e cenoura, também ajudam na hidratação da pele.

Rosto

No inverno os vasos do rosto ficam mais contraídos e por isso temos uma imagem mais branca e as olheiras mais marcadas do que no verão. A maquilagem pode ser uma solução que deixe a pele mais protegida e ainda por cima mais bonita. Uma base líquida leve e um blush podem fazer uma dupla imbatível. Mas é muito importante não esquecer de colocar um hidratante ou filtro solar por baixo. Não é porque o tempo está nublado que os raios solares não vão atingir sua pele.

Lábios

Não há como negar, nessa época os lábios parecem que são os que mais sofrem. Além de ficarem completamente ressecados eles ainda ficam machucados com os ventos gelados do outono. Dra. Ligia lembra que tanto as mulheres como os homens devem usar um protetor labial. Tente achar os que têm vitaminas E e B, silicone e pantenol. Pomadas que possuem vitaminas também podem fazer um grande efeito.

Cabelos

Por incrível que pareça nessa época do ano é onde os cabelos ficam mais bonitos. Aproveite o ótimo momento para fazer tratamentos e faça de seu banho um ritual. Faça aqueles tratamentos caseiros que você nunca tem tempo, o vapor do banho quente ajuda na penetração do creme.
Mas com o vento frio não tem cabelo que agüente e é preciso dar uma atenção especial. Para quem tem tintura no cabelo deixe um pouco de condicionador nos fios ou aplique creme leave-on ou silicone líquido nas pontas do cabelo após o banho.
Para quem tem os fios fininhos e oleosos a dica é lavar o cabelo com um shampoo para cabelos oleosos e passar somente um leave-on.

Não tem como negar que o tempo frio trás essas tormentas para nossa vida, mas para não ficar com a pele toda rachada é preciso dar um jeito, né? Abuse e use dos cremes e faça disso todo um ritual: “Deixe um creme no criado–mudo e passe nas mãos e no calcanhar antes de dormir”, completa a dermatologista Dra. Ligia Kogos.