Própolis contra Dengue
Segundo um pesquisador de Florianópolis, basta tomar algumas gotas diárias para que o mosquito nem se aproxime! Ninguém divulga porquê não há interesse, a própolis é barata e não enriquece ninguém, as indústrias farmacêuticas ganham fortunas com remédios para amenizar os sintomas da dengue, a Johnson ganha fortunas vendendo o Off, que é repelente de insetos...
Biólogo explica como usar Própolis contra Dengue
Publicado em 02/04/07.
O biólogo Gilvan Barbosa Gama, de Florianópolis, explica como usar a própolis contra a dengue. Segundo ele, a própolis exala na sudorese dois dos seus princípios ativos (flavona e vitamina B) que repelem os insetos.
Composição da Própolis
A própolis é uma cera produzida pelas abelhas a partir cascas, resinas e botões de flores.Sua composição: além das vitaminas do complexo B, C, H e O, a própolis também possui em sua composição a Flavonóides, galangia, resinas com bálsamo, cera e pólen.
Uso Preventivo
A tintura de Própolis na prevenção aos mosquitos da dengue, deve ser ingerida da seguinte forma: Adultos: de 30 a 40 gotas diluídas em água (ausente de cloro). Um copo a cada 6h.
Crianças: crianças de 0 a 10 anos deverão tomar a metade do peso corporal em gotas diluídas em água sem cloro (quantidade a critério).
Uso com a Dengue Instalada
(TRATAMENTO RADICAL)
Adultos: tomar 7,5ml do extrato de própolis diluído em água (sem cloro). 1/2 copo na crise febril, ou seja, quando a febre se mostrar mais elevada. A partir daí, repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
Crianças: - 0 a 3 anos: 1,5 ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade da água a critério) quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
- 3 a 6 anos: 3,0 ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade de água a critério) quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
- 6 a 10 anos: 5,0ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade de água a critério) quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
OBSERVAÇÕES IMPORTANTÍSSIMAS
Gilvan alerta, para não esquecer de fazer o teste ALÉRGICO para ver se quem vai tomar a própolis não é alérgico a ela. É muito rara esta sensibilidade mas pode ocorrer. Caso queira trocar a água sem cloro pela água de coco, é uma excelente pedida.
Enviado por: Malu Mussi
VACINA PARA DENGUE
Todo mundo sabe que está havendo uma epidemia de dengue no Rio, não é? O que nem todo mundo sabe é que existe um remédio homeopático preventivo contra a dengue, muito simples de fazer e de tomar.
As Secretarias Municipais de Saúde de algumas cidades do estado do Rio e outras de São Paulo, além de Cuba, que parece ter importado pra lá a receita desenvolvida por médico brasileiro sanando o problema da dengue com sucesso desde 2003, ofereceram este remedinho nos postos de saúde, mas as Secretarias Estaduais de Saúde, provavelmente sofrendo a maior pressão dos grandes laboratórios (o tylenol não deve ter deixado barato), entraram com processo contra essa prática, sem no entanto
vencer a causa.
Macaé e Silva Jardim, no Rio, e são José do Rio Preto, em São Paulo, são os exemplos que tenho na memória agora, se quiserem, podem pesquisar no Google, como eu fiz, pra conferir. Bom, então, como meu homeopata me deu a receita pra essa prevenção contra uma doença ridícula, mas que pode matar, decidi passar pra vocês.
Eu já encomendei e já tomei. Não tem efeito colateral, hipertenso, diabético, grávidas e etc podem tomar sem medo. Só criança abaixo de 2 anos é que deve ligar para ele para saber a dose certa (Sergio Crivano 2258 6506). Ele vai atender de ótima vontade porque está preocupadíssimo com o surto de dengue e com o número de crianças que
estão morrendo. E a gente nem fica sabendo...
De seis em seis meses, cada pessoa toma a seguinte fórmula ao deitar:
Solicitar uma fórmula em papel de Eupatorium Perfoliatum CH 30, Crotalus Horridus CH 30 e Phosphorus CH30 (são os três elementos em 30 ch ÃÃ no mesmo papel).
Segue endereço da única homeopatia que usa matéria-prima de qualidade para esse medicamento: (não estou ganhando 10% e nem o médico...rs)
Homeopatia Átomo
Rua Uruguaiana, 39 sobre loja Tel. 2224 4647
Pode pedir por telefone e o papel para cada um da família.
Assim, podemos até contrair dengue, mas ela vem mais branda. Se a contrairmos, o tratamento é feito com o mesmo medicamento homeopático,
mas em gotas, três vezes ao dia, parece que por sete dias (melhor consultar seu homeopata, nesse caso, ok?). Segundo o meu médico, em três dias o paciente melhora!!!
Esse tratamento já é feito em muitos lugares desde 2002, mas não é divulgado... (2002 foi o ano em que tive dengue, e durou uns 7 dias pra eu melhorar!!) Tomara que vocês aprovem minha iniciativa e, assim, a divulguem também, porque se trata de um problema que pode atingir a todo mundo, então vale a pena ajudar, certo? Desculpem se exagerei...
Enviado por: ReginaRegina Moreira e Loreta Sbarra
DENGUE - EQUÍVOCO NO TRATAMENTO - UM ALERTA!
O vírus do Dengue é um flavivirus, portanto do mesmo gênero do vírus da hepatite C e da febre amarela, que também são hepatotrópicos (afetam o fígado). Assim, a hepatite não pode ser considerada uma complicação do dengue, pois faz parte da história natural da doença.
Aspectos histológicos (microscópicos) de hepatite viral têm sido demonstrados em biópsias hepáticas de pacientes com dengue, como degeneração dos hepatócitos (células que compõe o fígado), necrose centrolobular, degeneração gordurosa, hiperplasia de células de Kupffer, infiltração de monócitos e alterações muitas vezes de grande monta, a exemplo do que ocorre na febre amarela.
Diversos estudos demonstram que 80 a 100% dos pacientes com dengue, mesmo sem hepatomegalia (fígado aumentado), apresentam al
O tratamento da Dengue é sintomático, isto é, são utilizados medicamentos apenas para amenizar os sinais e sintomas, e não para combater o vírus. O próprio sistema imunológico acaba com o vírus em alguns dias. Mesmo assim, deve-se fazer repouso, não se agasalhar excessivamente e beber muito líquido para evitar a desidratação proporcionada pela febre e evitar sintomas mais desagradáveis. No caso da forma hemorrágica, é recomendada a aplicação de soro e plasma. Em alguns casos mais graves pode haver a necessidade de transfusão de sangue.
Sem que haja qualquer estudo sério a respeito, estabeleceu-se ser o paracetamol (Dôrico®, Tylenol® etc) o fármaco mais utilizado para tratamento da dor e febre no paciente com dengue. Vale ressaltar que o vírus do dengue causa, em praticamente 100% das pessoas infectadas, um quadro de hepatite, e o paracetamol é muito tóxico para esse órgão e poderá agravar o problema. O ácido acetil-salicílico (AAS®, Aspirina®, Melhoral®, Doril® etc) é contra-indicado, porque essa substância interfere nos mecanismos de coagulação e pode favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas.
Baseado nos perfis dos medicamentos e da doença, os medicamentos que poderiam ser utilizados com um pouco mais de segurança seriam a dipirona (Novalgina®, Dorflex®, Anador® etc.) e o ibuprofeno (Dalsy®, Alivium®). Mas sempre de forma comedida e com orientação médica. Na maioria das vezes, o doente se recupera em uma semana. A recuperação costuma ser total, não deixando nenhum tipo de seqüela.
É comum que ocorra durante alguns dias uma sensação de cansaço, que desaparece completamente com o tempo, geralmente em até quinze dias. Paracetamol é uma substância que exige um esforço do fígado para metabolizá-la, (para ser absorvido). A diferença entre a dose terapêutica (para o tratamento) e a tóxica é muito pequena.
Segundo a Administração de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos, um adulto saudável pode ingerir, no máximo, quatro gramas de paracetamol por dia. Para crianças, a dose recomendada é de cem miligramas por quilo de peso. Mas o mais seguro é consumir o mínimo possível. O excesso pode causar hepatite medicamentosa.
Hepatite tóxica mata rapidamente, adultos e crianças. Ela pode ser a verdadeira causa de vários óbitos atribuídos ao dengue. O antagonista dos efeitos adversos do Paracetamol é a Acetilcisteína injetável.
Autor: Prof. Dr. Edimilson Ramos Migowski de Carvalho, MD. PhD. Professor de Infectologia Pediátrica da UFRJ - CREMERJ 441.679. Vice-presidente da Sociedade de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro
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